Black Pumas adiam passagem pelo Brasil para janeiro de 2021

08.04.2020 | 11h15 - Atualizada em: 08.04.2020 | 11h13
Por Marina Martini Lopes
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A dupla de soul psicodélica, com influências da Motown, é formada pelo cantor e ex-músico de rua Eric Burton e o aclamado produtor e multi-instrumentista Adrian Quesada

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Antes da pandemia de coronavírus, a dupla tinha shows por aqui marcados para este mês

A pandemia de coronavírus causou o adiamento de mais uma turnê que passaria pelo Brasil neste semestre: a da dupla Black Pumas, que se apresentaria por aqui pela primeira vez. Os shows da banda pela América do Sul foram remarcados para janeiro de 2021; começando em Bogotá, Colômbia, no dia 10. As duas apresentações em solo brasileiro, claro, também ganharam novas datas: 15 de janeiro, no Cine Joia, em São Paulo; e 16 de janeiro, no Teatro Erotídes de Campos, em Piracicaba.

Foto: Divulgação

A dupla de soul psicodélica, com influências da Motown, é formada pelo cantor e ex-músico de rua Eric Burton e o aclamado produtor e multi-instrumentista Adrian Quesada. Indicados ao Grammy deste ano na categoria Artista Revelação, ao lado de nomes como Lizzo e Billie Eilish, os músicos texanos vêm se destacando mundialmente por seus shows enérgicos e cheios de soul, rock, hip-hop e funk.

O Black Pumas começou em 2017, quando o produtor e guitarrista Adrian Quesada - que já trabalhou com nomes como Prince, Daniel Johnson e Kali Uchis - procurava um cantor para as músicas instrumentais que ele havia escrito. Um amigo em comum apresentou a Quesada um dos melhores cantores que ele já ouvira: tratava-se de Eric Burton, até então músico de rua, que se apresentava no píer de Santa Monica e nas ruas de Austin. Burton cantou uma das faixas por telefone para Quesada - e o resto é história.

Em junho do ano passado, os artistas lançaram seu álbum de estreia, autointitulado; e o vídeo ao vivo da faixa Colors viralizou mundialmente, ultrapassando 15 milhões de visualizações. O disco conta ainda com os hits Black Moon Rising e Fire. Uma versão funk e repleta de groove de Eleanor Rigby, dos Beatles, também ajudou a dupla a conquistar o mundo, por sua personalidade na interpretação. 

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