Charles Pasi revela vídeo e data do novíssimo "Zebra"

07.02.2020 | 19h07 - Atualizada em: 10.02.2020 | 08h40
Leo Almeida
Por Leo Almeida
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O músico francês Charles Pasi esta semana anunciou em suas redes sociais a data de lançamento do novo álbum e revelou um trecho do primeiro single.

Bem à vontade em clima íntimo de gravação no estúdio, um dos artistas mais surpreendentes do celebrado selo Blue Note na atualidade, o francês Charles Pasi, anunciou seu retorno nas redes sociais ao compartilhar um trecho em vídeo da música "Happy Single", seu primeiro lançamento desde 2015, disponível na íntegra no Spotify. A música chegou junto com a data de lançamento e o título do novo álbum, "Zebra".

CP02Imagem: divulgação

Virtuoso na gaita de boca (harmônica), Charles Pasi já se apresentou na Europa e Ásia, e até mesmo Neil Young, escolheu pessoalmente acompanhá-lo nas datas francesas dos shows em 2016. Sem barulho, sem campanhas na mídia, apenas uma gaita, violão, uma caneta e muito sentimento, Pasi alcançou o reconhecimento da crítica e do público.

Filho de pai italiano e mãe francesa, acostumado enquanto ainda jovem a transitar entre a França e os Estados Unidos, Charles é um daqueles seres que nasceu para a música. Aos 22 anos de idade, ele surgiu como um nome promissor no mercado com o trabalho de estreia, "Mainly Blue". Agora, aos 35 anos, Pasi coleciona três álbuns e uma legião de fãs. 

Com um coração que transborda Blues, Soul e Pop, o músico afirma que em sua arte, as etiquetas ou classificações não têm importância. Essa não é a questão e nunca foi. Ele cita como principal referência, ninguém menos que Duke Ellington e dispara: "Há apenas dois tipos de música: boa música e outro tipo".

O trabalho que apresentou Pasi ao mercado internacional, gravado durante cerca de 18 meses entre Paris e Bruxelas e coproduzido por Jean-Philippe Verdin, o álbum "Bricks", é surpreendente. Charles compôs e escreveu tudo, tocou gaita, é claro, e também violão acústico. 

Previsto para o dia 27 de março, o novíssimo e aguardado "Zebra" deve seguir o mesmo processo criativo de "Bricks", onde Charles Pasi experimenta, tenta coisas que se assemelham a ele de um jeito profundo, sensual e livre com muita inspiração - "Quando eu componho, sou muito visual. Minha música é como a trilha sonora da minha vida. Como um diário, aquele que eu nunca escrevi".

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