Fernanda Abreu revisita 16 baladas de sua trajetória no álbum "Slow Dance"

06.10.2020 | 11h56
Marina Martini Lopes
Por Marina Martini Lopes
Editora
O disco reúne 16 baladas da trajetória da artista, entre elas "Dance Dance", primeiro single do projeto

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O disco marca a estreia da parceria entre a Universal Music e o selo Garota Sangue Bom Music

Em setembro, chegou às plataformas digitais o álbum Slow Dance, que marca a estreia da parceria da Universal Music com o selo Garota Sangue Bom Music, da cantora e compositora Fernanda Abreu. O disco reúne 16 baladas da trajetória da artista, entre elas Dance Dance, primeiro single do projeto.

Com um repertório de muitos sucessos, Fernanda contemplou quatro faixas de Sla Radical Dance Disco Club (1990): Você Pra Mim, Speed Racer, Luxo Pesado e Hello Baby. Do trabalho Amor Geral (2016), a cantora elegeu Saber Chegar, Antídoto e Valsa do Desejo. Do registro Da Lata (1995), Fernanda trouxe Um Dia Não Outro Sim e Dois. Do álbum Raio-X (1997), foi eleita Um Amor Um Lugar. Do disco SLA 2 Be Sample (1992), entrou Do Seu Olhar. De Na Paz (2004), foram escolhidas Sol Lua e 2 Namorados; e, do trabalho Entidade Urbana (2000), estão presentes Paisagem de Amor e Eu Quero Sol.

"Em meados de março desse ano louco de 2020, no início do isolamento social, em que tivemos que ficar em casa, sem sair, sem subir no palco, sem shows, sem aeroportos e hotéis, sem ver os amigos, sem ir às festas e baladas, comecei a ouvir músicas mais melodiosas e reflexivas que acenderam minhas memórias afetivas", explica Fernanda. "Então nesse clima, com tantos 'sem', acabei preenchendo minha alma ouvindo muita música e trabalhando que nem doida."

O disco marca a estreia da parceria entre a Universal Music e o selo Garota Sangue Bom MusicDivulgação

"Todos os dias desta quarentena trabalhei na finalização de dois projetos grandes em comemoração aos meus 30 anos de carreira solo, e, com a cabeça voltada para isso, tive a ideia de montar um álbum de baladas", a artista prossegue. "Das minhas baladas. Comecei a ouvir de novo músicas do meu repertorio que não escutava há muitos anos e fiquei feliz. Feliz em sentir que as músicas ainda têm um frescor. Feliz com os arranjos caprichados e com as atmosferas e texturas tão particulares de cada uma delas. Algumas falando de romance, outras reflexões sobre a vida, mas todas com o DNA do groove e do suingue. Foi aí que surgiu o nome Slow Dance, que acabou embalando parte da minha quarentena. Quis então dividir esse mood com todos vocês e apresentar-lhes o meu primeiro filho do período da pandemia."

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