O Brooklyn do Dirty Projectors encontra a bossa nova de João Gilberto

11.11.2020 | 11h58 - Atualizada em: 13.11.2020 | 08h40
Leonardo Souza
Por Leonardo Souza
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O mais recente trabalho do Dirty Projectors, a terceira edição de sua série de cinco EPs, homenageia o pai da bossa nova.

A banda Dirty Projectors surgiu no Brooklyn, Nova York, em 2002. De lá pra cá o grupo mudou sua formação algumas vezes, sob a liderança do músico David Longstreth. Agora, com seus novos parceiros, Felicia Douglass, Maia Friedman, Mike Daniel Johnson e Kristin Slipp, Longstreth decidiu seguir uma linha diferente em relação aos trabalhos anteriores. Até o final do ano, o grupo promete lançar cinco EPs com canções inéditas. A terceira edição desta série homenageia a bossa nova com o EP intitulado "Super João", gravado em Los Angeles, inspirado em nomes como Chet Baker, Arthur Russell e, é claro, João Gilberto.

"Super João" chega na sequência dos EPs lançados este ano, 'Windows Open', em março, com os vocais gravados por Maia Friedman, e 'Flight Tower', em junho, no qual todas as vozes ficaram a cargo de Felicia Douglas. Cada EP apresenta um membro diferente da banda nos vocais principais. Em "Super João" é a vez do líder do grupo Dave Longstreth, cantar e dar o tom intimista do EP, acompanhado pelo violão de nylon.

Todos os cinco EPs serão lançados como uma antologia contínua de 20 faixas intitulada '5EPs', com lançamento previsto para 4 de dezembro. O destaque de "Super João" é a faixa 'Holy Mackerel', que você já confere no lançamento itapema.

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